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Amor! O que eu quero de ti
Senão o teu beijo longo e lascivo,
As tuas mãos selvagens e nuas,
E os teus seios tão belos e vivos!
O teu perfume?
Eu o colhi em tua pele macia
Enquanto teu rosto tão sorridente
Brilhava num céu de magia.
E o Vento, pela janela entrando,
Mil estrelas todas mungindo,
O grito de loucura riscando o Espaço
Enquanto nós dois – veros devassos!
Pelo chão arrastávamos nossas barrigas.
E tu, ó meu amor – sede monstruosa!
Devorando os meus vis pedaços
Rústicos estalando a luz dos beijos
Como Demônios ensandecidos pela Fúria
Pelo ódio do amor e o assassino-desejo.
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Henrique de Shivas
(...)
Há 11 anos
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